sábado, 15 de junho de 2019

A quinta e última parte de "Como fazer pão árabe"
Bem hajam..... foram uns queridos em ver todos os vídeos




A quarta parte de "Como fazer pão árabe"


A terceira parte de "Como fazer pão árabe"


A segunda parte de "Como fazer pão árabe"em versão Eu

Este vídeo precisou ser dividido em cinco e este é a primeira parte de "Como fazer pão árabe".
As outras partes serão publicadas  em simultâneo aqui no blog.

Espero que gostem

sexta-feira, 17 de março de 2017


Saturno....
O senhor das raízes ou o senhor dos anéis?

Ana Maria era uma belíssima astróloga que tive o prazer de conhecer antes que partisse, antes que se transformasse noutra forma de energia ( que é uma boa maneira de pensar na morte ). Em Astrologicamente, ela escreveu este artigo sobre Saturno que transcrevo. E é trabalhando com este conhecimento que se pode ir ao fundo de nós próprios e é desenterrando os nossos medos que desbloqueamos as situações das nossas vidas que não nos deixam avançar.
É isto que se pode fazer em Astrologia.
É isto que eu faço.

Mostra-me onde tens Saturno e dir-te-ei o que receias e se permitires posso ensinar-te como o usares com sabedoria.
Mas terá de ser tua a escolha do que queres fazer.
E é SÓ isto que estamos a fazer aqui e agora, neste Planeta onde só nos é permitido vivenciar Saturno (leiam o post que vou colocar a seguir para perceberem esta frase).
Neste momento (com estes trânsitos: Marte acabadinho de entrar em Touro, põe-nos lentos, Vénus retrógrado em Carneiro, mistura-nos os valores "numa rapidinha" e Mercúrio em Peixes, no reino do senhor da confusão dá-nos ambivalências), somos arrastados nas confusões e nas inseguranças.
E é um óptimo momento para enfrentarem os vossos medos....
Se se atreverem.

"A raiz de todos os medos.

É conhecida a simbologia de Saturno; necessidade de controle, estrutura, estabilidade, disciplina, alicerces, determinação, ambição, regras, restrições, repressão, demoras, tradição, status quo, figuras de autoridade, frustração...

Entender estas necessidades, aplicar esta simbologia ao nosso mapa, crucial para que cada vez mais despertos e conscientes possamos, responsavelmente, livremente seguir o nosso caminho.

Logo desde cedo, encontrámos dificuldades, absorvemos medos, sentimos-nos reprimidos, limitados e confrontados, logo padronizámos onde seria necessário uma disciplina redobrada. Cada um tem a sua história.
A Casa que rege e como Saturno se liga com os restantes planetas, dá-nos indicações muito claras desta raiz.

Ao longo da vida, Saturno em transito, vai reflectindo momentos de vida em que houve necessidade de tomar de decisões, marcar posições. A tendência é para que se recriminem as circunstâncias, os medos atávicos saltam, as sensações de limitação...

Entender o que está em causa, olhar de frente; recordar quantas decisões foram tomadas por medo,...aonde estas nos levaram, do quê que ainda nos condiciona...
Serão as perguntas pertinentes a colocar num próximo encontro dinâmico de Saturno com um planeta da vossa carta.

De como estas raízes ainda nos prendem em vez de nos sustentar."


sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Escravos



Há coisas que me fazem confusão desde o início e outras que vão crescendo em confusão.
Mas costuma haver um momento para parar e começar com as perguntas.
Podia escrever sobre "crescimento pessoal", o meu que o vosso depende do quanto investem nele. E, enquanto disserem "alhos" e fizerem das vossas vidas pessoais "bugalhos", não vão longe, quer dizer vão longe na vossa própria "mentira pessoal" mas ninguém se importa mesmo. A vidinha é vossa a mentira também.

Isto é apenas uma chamada de atenção, exactamente igual ao despertador que vos acorda de manhã.
É assim simples, querem ver?
Põem o despertador para vos acordar.
(Adicionam-me como "amiga" no facebook)
Ouvem o ruído estridente na hora que determinaram.
(Lêem o que me entretenho a escrever)
Levantam-se com um sorriso e dizem bom dia ao espelho.
(Entendem o eco que vos ressoa)
Ou simplesmente esmurram o despertador e viram-se para o outro lado, no aconchego da comodidade.
(Chamam-me louca)

Podia fazer um desenho mas agora quero escrever sobre um assunto que parece preocupar o mundo, o homem do momento.
Mas este será um post só para mulheres, aconselho, portanto, os homens a irem ler outra coisa qualquer.
O homem do momento é uma afronta às mulheres!
Será?
Vai causar a guerra civil no seu próprio país!
Será?
É uma "abécula", apenas criou um império porque os outros deixaram.
Será?

A Imprensa quer seja rosa, azul ou cinzenta quer fazer deste homem um palhaço (ao que ele não se faz de rogado, digamos a bem da verdade), as televisões, qualquer tipo de notícia é unanime neste caso, estão todos tão de acordo que até assusta.
A multiparidade racial, social, política e económica são unanimes neste assunto, ora isto por si só já é estranho e, se pensarmos que o deixaram chegar ao lugar aonde está ainda é mais estranho.
Portanto a pergunta que nos deveríamos fazer é: porque está "isto" a acontecer?
Ou será que toda a gente deixou de pensar?
De repente, endeusa-se um outro, galardoado com um prémio da Paz que nunca propagou. Uma paz podre para "inglês ver", mas que a comunicação social levou a bom porto e neste momento adia-se a vida por aproximadamente dois anos para que o desfecho esteja perfeitamente previsto.
Quem é que manda no mundo?

Eu percebo que o homem é uma espécie de louro e que somos formatados a pensar que são as louras que não pensam, o que me leva ao outro tema: as mulheres... mas já lá vamos e, se não chegarmos a ir, não faz mal, temos tempo.
O homem supostamente louco concorreu contra uma mulher supostamente uma mártir traída e contra outros que a comunicação social simplesmente ignorou. Portanto num país tipicamente machista, fantasioso, que sobrevive do que inventa e muitíssimo importante à beira do maior precipício económico que se pode imaginar só mesmo o louco para ganhar e mascarar todas as circunstâncias.

Numa encenação perfeita, os senhores do mundo dividem-se entre a aparente aposta numa criação fabricada à medida das suas exigências (uma mulher que andou nas bocas do mundo como a que perdoa ser publicamente atraiçoada e que de algum modo se vendeu às circunstâncias do lugar que ocupava) e um maníaco deprimente, capaz de arcar com o peso da história (contada pelos mesmos senhores), como o homem culpado pela queda do Império. Uma espécie de Nero dos tempos modernos.
Há sempre alguém que assume o trabalho sujo.

E por trabalho sujo, passo às mulheres. Quem melhor que elas para limparem o trabalho sujo da humanidade?
Mas ele há mulheres e mulheres, embora seja cada vez mais difícil perceber onde está a mulher que não foi transformada em homem ou em carneiro. Nas mulheres o termo "carneiro" não se aplica muito bem, é mais um "maria-vai-com-as-outras" e lá vão elas, essencialmente se for um homem a comandar.
Raramente vão atrás de outra mulher, a não ser que haja um homem dissimulado por detrás.
Aqui percebe-se que a "mártir traída" não tinha condições de vencer, o homem por detrás era um crápula. Mas há outra mulher a quem se pode endeusar o marido e por acessório o Olimpo é alcançável.

A campanha começou muito antes do dia previsto. É deste modo que se cria a história... como fazer uma fogueira.
Quem pensa que um pau e um fósforo fazem uma fogueira, nunca acendeu nenhuma. São precisas as pinhas, a caruma e os troncos pequenos para que o tronco mais grosso comece a arder. Claro que umas acendalhas com petróleo também servem mas o assado não fica com o mesmo gosto e a madeira queima muito mais depressa e não faz tanto calor.

Mas voltando às mulheres e ao facto de serem comandadas por homens, vemos isso a partir do momento em que o estigma de ter nascido da costela de um homem a torna "descendente de um osso".
Se pensarmos que sem mulheres não há homens a coisa muda um pouco de figura e percebemos o medo que os homens têm das mulheres que pensam, daí ser tão importante e urgente reduzi-las a objectos, seja sexuais, seja emocionais, sempre que uma mulher pensa que precisa de uma "metade" para ficar completa é meio caminho andado para a dependência a outra metade aparece pelo vazio criado por "essa metade" que não existe.
E assim temos mulheres submissas e com um sentido de inferioridade que nos aparecem em quase todas as publicações brasileiras que, recentemente a internet e, neste caso o facebook, nos mete, a nós portugueses, todos os dias em casa mas que já vem de longe com as novelas que as TVs importam.
Esse sacrifício e esse martírio religioso é muito difícil de ser combatido. Só as culturas mais ancestrais celebram as mulheres com o respeito e a admiração que merecem, até os homens começarem a fazer da economia o poder do mundo as mulheres transportavam o que de mais importante existe: a sabedoria e a vida.

Agora, vivemos tempos de conceitos trocados: a economia paga-se a peso de ouro e a sabedoria é dividida às postas e posta em causa e bem misturada numa miscelânea de conhecimentos banalizados.
Percebe-se, por isso como é fácil sobrevalorizar o homem (e as mulheres que se transformaram em ”homens”) e menosprezar a essência da mulher.
Portanto, mesmo que seja uma mulher a sentar-se no lugar que o homem louco ocupa, ela terá os homens da economia e do poder a puxarem os cordelinhos onde ela está atada.

E continuarão a serem lançadas milhares de bombas por ano, destruindo povos e arrasando países, sem que ninguém fale nisso.


Ana Paula Claro



«És livre se podes afastar-te dos homens, sem que te obrigue a procurá-los a necessidade do dinheiro, ou a necessidade gregária, ou o amor, ou a glória, ou a curiosidade, que no silêncio e na solidão não podem ter alimento. Se te é impossível viver só, nasceste escravo. Podes ter todas as grandezas do espírito, todas da alma: és um escravo nobre, ou um servo inteligente: não és livre. E não está contigo a tragédia, porque a tragédia de nasceres assim não é contigo, mas do Destino para si somente. Ai de ti, porém, se a opressão da vida, ela própria, te força a seres escravo. Ai de ti, se, tendo nascido liberto, capaz de te bastares e de te separares, a penúria te força a conviveres. Essa sim, é a tua tragédia, e a que trazes contigo. Nascer liberto é a maior grandeza do homem, o que faz o ermitão humilde superior aos reis, e aos deuses mesmo, que se bastam pela força, mas não pelo desprezo dela».
Fenando Pessoa


sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Lua Cheia



Ontem à noite, bom ainda não era noite, pouco passava das 6 da tarde e subia a Serra mágica que me permite chegar a casa quando venho da cidade onde agora dou consultas e o dia tinha começado cedinho com fotos ao nascer do sol.

De repente, num ponto abaixo de mim, porque estas coisas das perspectivas é tramado, vejo uma lua completamente laranja que me ocupa metade da janela da frente do carro (para quem não sabe o meu carro é mesmo grande e tem um vidro enorme), mas vamos ao que interessa....
Olho todos os espelhos e na escuridão sem faróis, abrando e quase paro em êxtase.
Na Serra há poucos lugares seguros para realmente parar e conheço de cor os lugares onde o posso fazer mas a visão da lua não será a mesma até, praticamente, chegar a casa. No entanto, os quinze minutos que ainda faltam e a perspectiva mostrar-me-á outra lua.
Não me importo!
Encho-me daquele momento e inspiro aquela lua e a visão magnifica do instante é suficiente. Já me habituei a aproveitar estes presentes de magia. E, continuo a conduzir até casa.
A perspectiva muda, o terreno também e a Serra já ficou para trás e, só nessa altura (nos 500 metros que me separam da casa mais próxima), saio do carro no caminho de terra batida onde o próximo veículo será a carrinha da escola na manhã seguinte. 

Tiro a foto e sento-me no chão.
A Meia-de-Leite (a minha cadela rafeira) já sentiu o carro que conhece bem, estranha o aparato e salta-me para cima, lambendo-me a cara, como quem pergunta se está tudo bem.
Tranquilizo-a e digo-lhe que "vamos fazer de conta que estamos de manhã"....  vamos meditar um bocadinho.

Sei que me entende e olha-me com ar de "se estás bem, já cá volto" e dirige-se à casa, em pulinhos saltitantes, tipo cabrinha a avisar que estou perto e sou doida.

Retomo a mim mas gostei da distração e volto à lua, desta vez é a Lua astrológica que me distrai, sei que está conjunta ao meu Sol natal, daí esta interiorização tão profunda.
Respiro fundo, há demasiados pensamentos em mim, não vale a pena insistir e vejo que a Meia-de-Leite trouxe a filha com ela e a Café-com-Leite não me vai obedecer se a mandar estar quieta. Ainda tenho de fazer o jantar e os miúdos já estão em casa... tenho de ver como ficou a foto...
Levanto-me e entro no carro cheia de toda aquela magia... "tá na hora de voltar pra casa".


Ana Paula Claro de volta ao blog numa sexta-feira 13

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Porque hoje é o Dia Internacional da Literacia (8 de Setembro), mais uma vez a espiritualidade em pó.

Estou sempre a bater na mesma tecla, é verdade!
E, perguntam vocês, porquê?
A resposta é simples... dez minutos no facebook e vinte publicações sobre como ser espiritual.
Ele, são concelhos.
Ele, são frases perfeitas.
Ele, são imagens lindas com erros gramaticais que até arrepiam e, dizem vocês: "o que é que isso interessa, ninguém lê!"
Ai lê, lê.........
E lê em brasileiro a pensar que é português.
E lá entra a espiritualidadezinha colorida como confetes em cortejo de Carnaval.
E quem a engole enfeita-se de auras luminosas.

E porque estou eu a bater nesta tecla, de novo?
Porque sou do contra, sou sempre do contra....
E porque estou deprimida!

Sim, leram bem, eu deprimida!

Deprimida porque já quase nada me consegue enraivecer.
Estou a ficar assustada de não me importar com o excesso de pó brilhante nas pregações do apocalipse.
Estou a ficar assustada de não me importar pelos que serão salvos, pelos extraterrestres, sejam eles anjos ou demónios, cristos ou sugadores de sangue.
Estou a ficar assustada de não me importar com os terroristas que vão poluir a água e criar o caos, sejam eles os das armas bélicas ou os dos colarinhos brancos, os mandatários são os mesmos, os senhores que governam o mundo.
Estou a ficar assustada de não me importar com o calor infernal ou com os meses de chuva torrencial que virá no próximo ano.
Estou a ficar assustada de não me importar com o que supostamente me deveria importar.

Deixei de ver televisão há uns anos mas em qualquer estabelecimento que entro sou inundada por um televisor a cada canto.
Comer em restaurantes ficou cada vez mais deprimente, pelas notícias, pelo açúcar, pelo barulho e até pelas conversas das mesas em redor.
Ouvir a conversa da mesa alheia é igual a ler comentários no facebook...  as mesmas "opiniões", todas as pessoas têm uma opinião que costuma ser irrefutável e começa irremediavelmente por "deviam...."
Querem exemplos?
Aqui vão:
Bateram? Deviam ser mortos.
Violaram? Deviam ser mortos.
Mataram? Deviam ser mortos.
Roubaram? Deviam ser mortos, talvez presos (sejamos bonzinhos)

E nunca percebem que a violência que sentem é a violência que geram e é a mesma violência que atraem.

E lá voltamos nós à espiritualidade do facebook porque na publicação seguinte vem a foto do cão mal tratado, do gato castrado que precisa de "adopção responsável" ou o livro daquele autor que inventa ideias para vender palavras. E é tudo tão perfeito.

Se não estivesse deprimida e não estivesse a escrever no facebook comentaria a frase anterior mas não me apetece e este monólogo, chamemos-lhe "conversa" já vai longa demais para mim, mas faltou-me referir outro tema em voga: a alimentação!
Tudo o que se come, mata!

Mas é para isso que estamos vivos.... Bom! Alguns de nós!

Então é assim: 
Somos espirituais, derivamos das estrelas (diz a NASA que nestes nossos tempos, diz muitas coisas).
Co-criamos a nossa existência (dizem os espirituais que nestes nossos tempos qualquer um pode ser)
Mas somos escravos das contas do fim do mês com que se paga esta existência.

Se não fores livre não podes Ser "espiritual".

É assustador este desapego.
Quando deixar de escrever, fecho o facebook.

IMPORTANTE: a parte em que estou deprimida é uma piada.
Bem hajam por me lerem mas se não me lerem também não me faz diferença nenhuma.
Escrevo só porque me apetece e apeteceu-me escrever.

Para lerem mais assuntos interessantes estão no meu blog, com este texto:

sejam benvidos de novo.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Voltei e ainda não foi com o Sócrates




Mas li algures que saudade é o amor que fica e, pela minha experiência actual, acrescento:
Sentir "falta de alguém" seja na saudade, com um "miss u" ou um "tu me manques" ou ainda em qualquer outra expressão que signifique o vazio criado pela "não presença do outro" é apenas a nossa condição humana que obriga a que seja assim.

Saudade é o Amor que falta!

Quando somos Amor, somos plenitude, somos Criação, somos Vida, somos Deus, somo o Todo.
A nossa condição humana permite-nos vivenciar a "partícula" nesta existência.
Somos o átomo, a criatura, somos a morte (a experiência da morte), somos o reflexo de Deus, o outro lado do espelho da existência.

E, saudade, é o Amor que fica do apego, do esquecimento da Alma.
Não se pode ser "Um com o Todo" e sentir saudade.

Quando a Vida coloca alguém no nosso caminho que nos diz "não posso sentir a tua falta porque te tenho sempre no coração e no pensamento. És o meu espírito e a minha Alma!", quando o diz e especialmente quando o consegue viver assim com uma sabedoria e uma força que "ainda" me assusta.

Quando a Vida nos coloca no caminho de alguém que nos permite aprender com a simplicidade da Natureza e brotar como a árvore de uma semente germinada, porque Somos tudo, porque temos a possibilidade de ser melhor, de sermos a excelência, de sermos apenas Ser.

Quando o desafio se transforma na própria existência, não há muita escolha, só nos podemos permitir seguir em frente e percorrer o caminho traçado, mesmo que "sentir falta" ainda seja o lugar-comum que experimentamos no amor.

Podem ler-me em oriondeepsky.blogspot.com porque estou de volta com novidades, pelo que sou e porque vocês merecem.









Voltei e ainda nao foi com o Sócrates


Mas li algures que saudade é o amor que fica e, pela minha experiência actual, acrescento:
Sentir "falta de alguém" seja na saudade, com um "miss u" ou um "tu me manques" ou ainda em qualquer outra expressão que signifique o vazio criado pela "não presença do outro" é apenas a nossa condição humana que obriga a que seja assim.

Saudade é o Amor que falta!

Quando somos Amor, somos plenitude, somos Criação, somos Vida, somos Deus, somo o Todo.
A nossa condição humana permite-nos vivenciar a "partícula" nesta existência.
Somos o átomo, a criatura, somos a morte (a experiência da morte), somos o reflexo de Deus, o outro lado do espelho da existência.

E, saudade, é o Amor que fica do apego, do esquecimento da Alma.
Não se pode ser "Um com o Todo" e sentir saudade.

Quando a Vida coloca alguém no nosso caminho que nos diz "não posso sentir a tua falta porque te tenho sempre no coração e no pensamento. És o meu espírito e a minha Alma!", quando o diz e especialmente quando o consegue viver assim com uma sabedoria e uma força que "ainda" me assusta.

Quando a Vida nos coloca no caminho de alguém que nos permite aprender com a simplicidade da Natureza e brotar como a árvore de uma semente germinada, porque Somos tudo, porque temos a possibilidade de ser melhor, de sermos a excelência, de sermos apenas Ser.

Quando o desafio se transforma na própria existência, não há muita escolha, só nos podemos permitir seguir em frente e percorrer o caminho traçado, mesmo que "sentir falta" ainda seja o lugar-comum que experimentamos no amor.

Podem ler-me em oriondeepsky.blogspot.com porque estou de volta com novidades, pelo que sou e porque vocês merecem.








terça-feira, 17 de setembro de 2013

Uma outra versão
https://www.youtube.com/watch?v=h5EUcYw96us                                         




sexta-feira, 26 de abril de 2013




Um dia eu tive contacto com parte do Livro Tibetano dos Mortos.







Esse pequenino livro mudou a minha vida (tinha 11 anos) e disse à minha mãe: a partir de hoje eu deixei de ser católica.... vou ser budista!!!!!
Isto foi o inicio !.....................................

 https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=77mcGDxMhSg

sábado, 20 de abril de 2013

Coragem




''A palavra coragem é muito interessante.
Ela vem da raiz latina cor, que significa "coração".
Portanto, ser corajoso significa viver com o coração.
E os fracos, somente os fracos, vivem com a cabeça;
receosos, eles criam em torno deles uma segurança baseada na lógica.
Com medo, fecham todas as janelas e portas
– com teologia, conceitos, palavras, teorias –
e do lado de dentro dessas portas e janelas,
eles se escondem.
O caminho do coração é o caminho da coragem.
É viver na insegurança, é viver no amor e confiar,  é enfrentar o desconhecido.
É deixar o passado para trás e deixar o futuro ser.
Coragem é seguir trilhas perigosas.
A vida é perigosa.
E só os covardes podem evitar o perigo
– mas aí já estão mortos.
A pessoa que está viva, realmente viva,
sempre enfrentará o desconhecido.
O perigo está presente, mas ela assumirá o risco.
O coração está sempre pronto para enfrentar riscos;
o coração é um jogador.
A cabeça é um homem de negócios.
Ela sempre calcula – ela é astuta.
O coração nunca calcula nada.
Sempre que houver alternativas, tem cuidado.
Não optes pelo conveniente, pelo confortável,
pelo respeitável, pelo socialmente aceitável, pelo honroso.
Opta pelo que faz o seu coração vibrar.
Opta pelo que gostarias de fazer,
apesar de todas as consequências.''
OSHO



Que a coragem seja a bandeira que carrego até ao fim da jornada
e que a possa elevar bem alto em cada batalha
com a segurança que a fé concede.
Esta é a minha oração
AnaPaula

terça-feira, 16 de abril de 2013

segunda-feira, 15 de abril de 2013





Parei
o meu momento no tempo
contigo.
E segui em frente
quando o coração parou de bater.
Neste conceito
de tempo e mudança,
segui em frente
quando a angustia voltou.
Saber os porquês
ajuda a compreensão,
justifica a dor
mas não reanima o coração.

Parei
o meu momento no tempo
contigo.
Entendi, aceitei.
Posso até desculpar,
mas não consigo
segurar estas lágrimas
que continuam a cair
ao sabor dos pensamentos.

Parei
o meu momento no tempo
contigo.
Mas não farei da minha vida
a tua.
Vou deixar o coração
bater, de novo,
por outro alguém
que possa valer o esforço
de secar as lágrimas
e permitir o sorriso

13.4.13

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

2013, o enigmático ano dos trígonos, ou algumas previsões espirituais [texto completo] | Cova do Urso

2013, o enigmático ano dos trígonos, ou algumas previsões espirituais [texto completo] | Cova do Urso

Olá António!

Antes de mais um grande bem-haja por tudo o que escreve que sigo sempre com satisfação e prazer. A sua incursão para o campo coincidiu com a minha e, sem ter pretensão a que se lembre de mim, a ultima vez que falei consigo foi quando a Astrid esteve no Cristal de Cura. Bom, agora, depois das apresentações :) quero apenas comentar sobre "os trigonos", digo, há anos, embora ninguém me ligue que os trigonos não são assim tão bons, são um bocado "deixa andar que as coisas acontecem na mesma", por isso é que não os acho bons, porque não gosto muito que decidam a minha vida sejam os planetas ou os politicos :), ou seja lá quem for. Costumo defender as quadraturas com "unhas e dentes" e este ano de 2012 mostrou-me isso, espero ter a mesma capacidade no próximo e não me sentar à espera que as coisas aconteçam... porque elas vão mesmo acontecer, para muita gente, como tão bem diz, "à pancada".  Posso dizer-lhe que conheço bem (astrologicamente e não só) o eixo Virgem-Peixes, tenho lá os nodos e Saturno.
Quanto ao "amor" tenho uma máxima que:  "não é o amor que move montanhas mas sim a vontade", portanto não sei se quero assim tanto esse "sossego" anunciado :) :)
E tento viver esta "Era de Aquário" de janela aberta, nos filhos a quem não deixo rotular, nas quadraturas e nas oposições que essas dependem do que sou capaz de fazer e nos trigonos ... " que os céus me protejam" :) Um beijinho muito grande para si e obrigado por ser quem é.

Neste paragrafo:  Era de Peixes deveria ser Era de Aquário, não???

Se atinarmos, sem dramas que estamos neste processo de transição desde os anos 40 do século XX, podemos dizer que vivemos uma época em que teremos chegado ao meio caminho, para efectivamente o planeta entrar em plena Era de Peixes.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

                                                                    13-07-1962

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Reis
Magos
Sábios de Magia
Seres de conhecimento e sabedoria
Liam as estrelas
As imagens e os símbolos
Interpretavam o saber do Todo
Para o utilizar no individual
Conhecemo-los do presépio
Deram riquezas do Oriente
A um Menino que veio falar de Amor.
O Ouro, o Incenso e a Mirra
Moedas de troca de outras civilizações
Seguiam as Estrelas
Conheciam as Constelações
Liam os Astros
No dia de Reis
Parabéns aos Astrólogos !!!!!

2012 Mais um Ano Novo


Recomeçar a escrever
Preciso de um momento para recomeçar a escrever
Voltar a sentir
Voltar a acreditar
Saber que posso ser o que quiser
... Fazer um balanço
É mais um baloiço
Um ir e vir de sensações
Um ir e vir de certos e errados
De sins e nãos
Nesta encruzilhada de sentimentos
Posso voltar a ser Eu
Cheia de boas intenções
Num baú de boas acções
Onde consegui arrumar o menos importante
Agora vem o Ano Novo
E disseco o Ano Velho
Nos projectos, nos desejos
No que fiz ou deixei por fazer
Nos sonhos e nos pensamentos
Mais um ano transformado no dia de amanhã
Ou talvez o dia de amanhã
Se tenha transformado num ano
Com um dia depois de outro